Manual Therapy, Posturology & Rehabilitation Journal
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Manual Therapy, Posturology & Rehabilitation Journal
Research Article

Characteristics of individuals with hemiparesis according to perception about the difficulty climb stairs

Características de indivíduos com hemiparesia segundo a percepção sobre a dificuldade na subida de escadas

Cano, Fernando Wendelstein; Parizotto, Daniela; Michaelsen, Stella Maris

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Abstract

Introduction: climbing up and down stairs is entered directly into the Community ambulation and activities of daily living. In individuals with hemiparesis after stroke, this activity may be compromised due to deficits in components of body function and structures, activity and participation. Objective: To identify the characteristics of individuals with hemiparesis, according to the self-perception of difficulty climbing stairs and relate to components of body function and structures (BFS), activity and participation with the cadence of up / down stairs. Method: Twenty-five subjects (57.8±12.4 years) with chronic hemiparesis (57.8±42.7 months) were divided into two groups as perceived with and without difficulty climbing stairs by this particular question in the Stroke Specific Quality of Life Scale (SSQOL). In the BSF domain was rated lower limb motor impairment (Fugl-Meyer Scale), the activity domain, gait/mobility (gait speed, the Timed Up and Go-TUG) and balance (one-leg support and BERG) and participation domain the quality of life with SSQOL. Results: The group with self-perception without difficulty showed less motor impairment and higher levels of activity and participation. Strong correlations of the stair climbing cadence with the Fugl-Meyer Scale and TUG and between stair descent cadence with gait speed and TUG. Conclusion: Variables of body function andstructures , activity and participation are lower in the group with self-perceived difficulty in stair climbing and are correlated with the cadence of stair ascent and descent.

Keywords

self-perception, stairs ascend, hemiparesis.

Resumo

Introdução: A atividade de subida e descida de escada está inserida diretamente na deambulação comunitária e em atividades de vida diária. Em indivíduos com hemiparesia após Acidente Vascular Encefálico (AVE), essa atividade pode estar comprometida devido a déficits nas variáveis de estrutura e função corporal, atividade e participação. Objetivo: identificar as características de indivíduos com hemiparesia, segundo a auto-percepção da dificuldade para subida de escadas e relacionar com variáveis de estrutura e função corporal (EFC), atividade e participação com a cadência de subida/descida de escadas. Método: Participaram 25 indivíduos (57,8±12,4anos) com hemiparesia crônica (57,8±42,7meses) divididos em dois grupos, segundo a percepção com e sem dificuldade para subir escadas, avaliada através desta questão específica, da Escala de Qualidade de Vida Especifica Para Acidente Vascular Encefálico (EVQE-AVE). No domínio de EFC foi avaliado comprometimento motor de membros inferiores (Escala de Fugl-Meyer), no domínio atividade, marcha/mobilidade (velocidade de marcha, Timed Up and Go-TUG) e equilíbrio (apoio unipodal, BERG) e no domínio participação a qualidade de vida pela EVQE-AVE. Resultados: O grupo com auto-percepção sem dificuldade apresentou menor comprometimento motor e maiores níveis de atividade e participação. Foram encontradas fortes correlações da cadência de subida de escadas com a Escala de Fugl-Meyer e TUG e da cadência de descida de escadas com velocidade de marcha e TUG. Conclusão: Variáveis de estrutura e função corporal, atividade e participação são inferiores no grupo com auto-percepção de dificuldade para subida de escadas e são correlacionadas com a cadencia de subida e descida de escada.

Palavras-chave

auto-percepção, escada, hemiparesia.

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